Tipos de relacionamento com clientes – Parte II

Dando continuidade à questão das interações relacional e transacional, que criamos com nossos clientes, vale entender o caminho para cada empresa definir suas estratégias.

Partindo do entendimento de que ambos os tipos de relacionamento podem ser adotados, é importante que sejam feitas algumas reflexões iniciais, respondendo às seguintes questões:
1. O que atrai a atenção dos clientes para que eles escolham a nossa empresa?
2. Quais negócios podem ser gerados a partir desta atração e escolha?

Falamos em texto anterior que fazer negócios com a família significa adoção automática da estratégia relacional, dadas as questões afetivas envolvidas. Com a família, nunca se pode fazer algo pontual e momentâneo, imaginando que será algo de curto prazo. Mas será que em tempos de concorrência acirrada, este não deveria ser um propósito perseguido por toda empresa?

A questão é que, pela perspectiva de negócios, criar uma interação relacional exige investimento, ou seja, dedicação de tempo e dinheiro.

É importante salientar que ao forçar uma perspectiva relacional você precisa encontrar o ponto de equilíbrio entre estar se relacionando ou sendo chato e inconveniente, pois isso pode gerar efeitos contrários aos desejados.

Relacionamentos não são simples de se estabelecer porque envolvem empresas ou pessoas diferentes entre si mas que, pelas interações, encontram pontos de convergência que levam à conveniência de uma compra ou contratação.

Fabiano Strada - Consultor em CX na V2

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