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Internet fixa limitada: o que o setor de atendimento ao cliente perde com isso?

Recentemente, as operadoras de telecomunicação decidiram restringir o acesso à internet, alegando, entre outros motivos, o fluxo criado com jogos online e a transmissão de vídeos em serviços como YouTube e Netflix, que sobrecarregam a rede. A decisão gerou enorme movimento de consumidores, pessoas físicas e empresas contra a decisão, alegando um retrocesso no acesso da informação.

Tornar-se inesquecível para o cliente ainda é diferencial

São sempre interessantes livros como o do prof. da PUC-SP, Alexandre Luzzi Las Casas – Excelência em Atendimento ao Cliente (Atendimento e Serviço ao Cliente como Fator Estratégico e Diferencial Competitivo), que mostram como o mundo deve ser ou como devemos atuar no dia a dia para chegar lá. Ao mesmo tempo, por termos uma diversidade de organizações e de negócios tão grande, objetivar ser efetivamente inesquecível para os clientes cai muito bem para rápida aplicação em pequenas e médias empresas ou em equipes de atendimento que possuem autonomia e alçada para criar a diferenciação no relacionamento.

Abaixo, recomendo entrevista que a Rádio CBN fez com o autor:

Qualidade só para cumprir tabela

Quanto mais conhecemos e estudamos as práticas do setor de relacionamento com clientes, mais nos convencemos de que os contact centers que apresentam nível de qualidade inferior deixaram de fazer alguma parte da lição de casa – ou ela precisa ser refeita.

O problema da qualidade é tão grave que demorará alguns anos para ser sanado, mesmo que surjam outros decretos para esse fim.

As leis ajudarão a pressionar por mudanças, mas não resolverão a situação se o setor não quebrar alguns vícios formados nos últimos anos.

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